sinta bem
meu bem, toda calma
todo sentimento
aqui e por ai.
é de apertar a alma,
o ficar sem.
e agora é bem assim
- todo segredo
se esvaindo pelos poros.
e os escondidos
olhares cada vez mais reais.
terça-feira, janeiro 17
segunda-feira, janeiro 16
pela poesia quase madura da solidão
vem essa
nesse tal de saber o amor.
como se fosse necessário
vir dessa.
como asas que desafiam
o sol, rebatendo a luz,
construindo sua querida
afrouxando a tensão
no vento que bate forte.
é assim pros dois.
pra duas almas
como pássaros,
onde um canta
seu canto colorido,
sua trova, sua verdade.
onde uma escuta.
e escuta de novo.
perdida em meio a relva
em meio a outras notas.
onde o um
passa o luar e
se espera.
onde uma
pode se querer
e ser a poesia
madura da união
nesse tal de saber o amor.
como se fosse necessário
vir dessa.
como asas que desafiam
o sol, rebatendo a luz,
construindo sua querida
afrouxando a tensão
no vento que bate forte.
é assim pros dois.
pra duas almas
como pássaros,
onde um canta
seu canto colorido,
sua trova, sua verdade.
onde uma escuta.
e escuta de novo.
perdida em meio a relva
em meio a outras notas.
onde o um
passa o luar e
se espera.
onde uma
pode se querer
e ser a poesia
madura da união
cheiro que gruda e fica
me dá!
deu desespero.
bem assim, desesperado mesmo que ao lado.
dá medo, pois dói.
- dói esse futuro
que não vai ser novo
vai ser a mesma casa.
como se redesenhasse
o que já disse que não foi o melhor.
como se cortasse as asas,
antes mesmo de baterem
calma...
o desabafo parece
ser ruim quando desabafado
mas é do coração
a oração da alma.
dói, um pouco.
esse louco pensar
que acompanha
o torto andar.
dói,
por que é apertado.
e não pode ser
e fica desesperado
o verso,
a fala
e o silêncio
- daqueles que sobe
no peito, espremendo
os pulmões.
e,
é por querer de mais,
podendo de menos.
alinhe-se com o desejo,
e se quiser, queira.
por que não posso
me trair.
- na espera,
numa possivel futura ilusão.
deu desespero.
bem assim, desesperado mesmo que ao lado.
dá medo, pois dói.
- dói esse futuro
que não vai ser novo
vai ser a mesma casa.
como se redesenhasse
o que já disse que não foi o melhor.
como se cortasse as asas,
antes mesmo de baterem
calma...
o desabafo parece
ser ruim quando desabafado
mas é do coração
a oração da alma.
dói, um pouco.
esse louco pensar
que acompanha
o torto andar.
dói,
por que é apertado.
e não pode ser
e fica desesperado
o verso,
a fala
e o silêncio
- daqueles que sobe
no peito, espremendo
os pulmões.
e,
é por querer de mais,
podendo de menos.
alinhe-se com o desejo,
e se quiser, queira.
por que não posso
me trair.
- na espera,
numa possivel futura ilusão.
domingo, janeiro 8
anjo
desculpa, mãe.
se, já, seus calos são meus
se fiz a dor da sua calma
aumentar com meus outros
pensamentos.
desculpa
quando trago a mentira,
soprando a vida pro alto!
- a partir da sua melancolia
apago e recolho todas as cinzas.
obrigado
por mim
por me dar eu mesmo
e me mostrar o peso
de ser mais feliz.
desculpa, rainha
pois agora me renovo
e peço o abraço real
pra te passar a verdade
pois você é amor maior.
se, já, seus calos são meus
se fiz a dor da sua calma
aumentar com meus outros
pensamentos.
desculpa
quando trago a mentira,
soprando a vida pro alto!
- a partir da sua melancolia
apago e recolho todas as cinzas.
obrigado
por mim
por me dar eu mesmo
e me mostrar o peso
de ser mais feliz.
desculpa, rainha
pois agora me renovo
e peço o abraço real
pra te passar a verdade
pois você é amor maior.
sexta-feira, janeiro 6
lírio
foi no nascer do sol
meus pés sentindo
mais o peso.
o peso do corpo
cheio da distância
das impossibilidades
da vontade.
e é assim
já faz dias,
já faz tempo,
já faz beijo
já faz saudade.
meus pés sentindo
mais o peso.
o peso do corpo
cheio da distância
das impossibilidades
da vontade.
e é assim
já faz dias,
já faz tempo,
já faz beijo
já faz saudade.
segunda-feira, janeiro 2
gentileza sua
chamei os especialistas!
- pra uma casa e um quintal
um quintal de verdade
cheio do amarelo escondido
do sol, que cava nos montes
do horizonte seu berço
e me dá toda saudade.
ele contorna esse quintal
todo! desses de banco
e conversa confortável
desses que ficam
no peito saudoso
nos poucos minutos
da voz afinada.
vem de quintal,
de montes ou mares
vem lisa, poente ou nascente!
mas vem, junta do sorriso da lua
que toma o lugar do sol
só pra poder devolve-lo
na manhã seguinte.
- pra uma casa e um quintal
um quintal de verdade
cheio do amarelo escondido
do sol, que cava nos montes
do horizonte seu berço
e me dá toda saudade.
ele contorna esse quintal
todo! desses de banco
e conversa confortável
desses que ficam
no peito saudoso
nos poucos minutos
da voz afinada.
vem de quintal,
de montes ou mares
vem lisa, poente ou nascente!
mas vem, junta do sorriso da lua
que toma o lugar do sol
só pra poder devolve-lo
na manhã seguinte.
sábado, dezembro 31
estou aqui
me vem soando;
(trans)bordando um
belo tremor
tecendo foco no olhar
- singelo sentimento.
e digo mais, paz...
e dizendo vou me esperando,
me esperando ter
me sabendo ficar bemol, por ora.
afinando o peito cheio,
o seio furado
e a vontade de ser.
que fure meu ser, pois!
que seja ser;
que beije o vento
cuidando, em primeiro lugar!
não minto, cara paz...
dizendo direto
como olho no olho,
de mãos osmóticas,
de conjuntas sutilezas.
e, agora, vou soando
lustrando a calma do amor
pedindo a calma, alma!
mesmo sem fazer jus
ao pedido sincero
me posto adiante,
com gosto e com sonho.
sonho, com(n)tudo
de pés no chão
sem espichar
a perna pro tombo maior.
(trans)bordando um
belo tremor
tecendo foco no olhar
- singelo sentimento.
e digo mais, paz...
e dizendo vou me esperando,
me esperando ter
me sabendo ficar bemol, por ora.
afinando o peito cheio,
o seio furado
e a vontade de ser.
que fure meu ser, pois!
que seja ser;
que beije o vento
cuidando, em primeiro lugar!
não minto, cara paz...
dizendo direto
como olho no olho,
de mãos osmóticas,
de conjuntas sutilezas.
e, agora, vou soando
lustrando a calma do amor
pedindo a calma, alma!
mesmo sem fazer jus
ao pedido sincero
me posto adiante,
com gosto e com sonho.
sonho, com(n)tudo
de pés no chão
sem espichar
a perna pro tombo maior.
sexta-feira, dezembro 16
subindo pedras
à base de ondas graves
e duma voz afiada
seguem todos verbos
todos os versos seguem
seguem o pensamento
a delicia que é
tentar entender o silêncio
a conversa d'alma.
e como se seguir,
te levasse ao espelho,
a espiral fluida.
e duma voz afiada
seguem todos verbos
todos os versos seguem
seguem o pensamento
a delicia que é
tentar entender o silêncio
a conversa d'alma.
e como se seguir,
te levasse ao espelho,
a espiral fluida.
domingo, dezembro 11
creme
e o cheiro corta o ar rarefeito e dificil de tragar!
o cheiro que não sai e vai mais longe.
me faz aliviar o ácido tremor e alinha o peito
aos olhos, à alma.
me acostuma, estranhamente, e quer
que tudo seja fluente, calmo e cremoso.
perfuma o toque no papel
e no corpo, tornando
sóbria a vontade do perto.
e, de pés juntos,
sinto um calor.
uma paz tornando
ébrio o olhar perdido.
pondo num caminho
o coração.
o cheiro que não sai e vai mais longe.
me faz aliviar o ácido tremor e alinha o peito
aos olhos, à alma.
me acostuma, estranhamente, e quer
que tudo seja fluente, calmo e cremoso.
perfuma o toque no papel
e no corpo, tornando
sóbria a vontade do perto.
e, de pés juntos,
sinto um calor.
uma paz tornando
ébrio o olhar perdido.
pondo num caminho
o coração.
quinta-feira, dezembro 8
par de mãos
é o espaço entre
é uma boca quente,
derretendo o outro.
mesclado com
o coração e o olhar
com o princípio
e a alma.
é intenso
e os olhos
flagram a timidez
do doce e da beleza.
timidez sorrida,
fluida, misturada nas mãos dadas,
e guardadas pros dois.
mãos felizes, pulsantes.
é uma boca quente,
derretendo o outro.
mesclado com
o coração e o olhar
com o princípio
e a alma.
é intenso
e os olhos
flagram a timidez
do doce e da beleza.
timidez sorrida,
fluida, misturada nas mãos dadas,
e guardadas pros dois.
mãos felizes, pulsantes.
Assinar:
Postagens (Atom)